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sábado, 20 de agosto de 2011

Boi-bumbá na E.M.E.I. Jardim Ribamar.


Bene ,o Contador de histórias se apresentou nos dias 10 e 17/08 para as turmas de Educação Infantil e Ensino FundamentaL da E.M.E.I. Jardim Ribamar. Peruíbe.

 Público estimado: 180 crianças.
video

Apresentações do Boi-bumbá no Kalil.



Após receber convite dos alunos do 2ª ano da escola Kalil , Bene o Contador de histórias fez uma apresentação para os alunos do período da manhã. A história escolhida foi Boi-bumbá, história escolhida como referência ao mês do folclore.



Depoimento:
Benedito
Em nome da Familia KALIL agradecemos de coração os momentos lindos que nos proporcionou contando histórias.Foram momentos valiosos e que as crianças jamais esquecerão.Muito obrigada de coração e muita sorte na sua caminhada.Voce é maravilhoso.
Maria Célia Ramalheiro Corrêa ( por e-mail)
Diretora da E.M.E.F. Prof. Teresinha Rodrigues Kalil

Histórico de Apresentações do Kalil.


  • 12/08/2011 - Período da manhã : Boi-bumbá.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Imperdível ! Novo vídeo em breve!

No próximo sábado estará a disposição de todos o vídeo do Boi-bumbá. A história é muito bonita, e foi a escolhida pelo contador para comemorar o mês do folclore.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A lenda do Boto.



NAS PRIMEIRAS HORAS DA NOITE, SURGE NO RIO UM BOTO...
ELE SE TRANSFORMA SOB A LUZ DO LUAR NUM BELO RAPAZ, PERFUMADO, SEDUTOR E

COM TRAJES BRANCOS IMPECÁVEIS.
ESTE JOVEM VAI AOS BAILES E ENCANTA AS DONZELAS COM SEU OLHAR PROFUNDO E APAIXONADO.

ELE É UM EXCELENTE DANÇARINO E MARCA ENCONTRO COM UMA DAS MOÇAS BEM PRÓXIMO DO RIO.
APÓS SEDUZIR A JOVEM, O MISTERIOSO RAPAZ  DESAPARECE NAS ÁGUAS DO RIO DEIXANDO A MOÇA

 COMPLETAMENTE APAIXONADA, SEM JAMAIS TORNAR A VÊ-LO.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

MULA-SEM-CABEÇA


A mula sem cabeça é um personagem do folclore brasileiro. Na maioria dos contos, é uma forma de assombração de uma mulher que foi amaldiçoada por Deus por seus pecados, muitas vezes é dito ser uma concubina que ter feito sexo dentro de uma igreja com um padre católico, e condenada a se transformar em uma criatura descrita como tendo a forma de um equino sem a cabeça que vomita fogo, galopando pelo campo de entardecer de quinta-feira ao amanhecer de sexta-feira. O mito tem várias variações sobre o pecado que amaldiçoou a mulher a se transformar no monstro: necrofagia, infanticídio, um sacrilégio contra a igreja, fornicação, incesto, etc.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Boitatá


IMAGINE UMA ENORME SERPENTE COM OLHOS BRILHANTES E VERMELHOS E QUE SOLTA FOGO PELA BOCA...

DÁ MEDO SÓ DE PENSAR!

            ESTA É A REPRESENTAÇÃO DO BOITATÁ.  DIZEM QUE É O MAIS PERIGOSO DOS HABITANTES  LENDÁRIOS DA FLORESTA.

            O BOITATÁ ATACA ANIMAIS E HOMENS, MAS DEVORA SOMENTE OS OLHOS DE SUAS VÍTIMAS,

E É POR ISSO QUE SEU OLHAR ESTÁ SEMPRE ILUMINADO.

domingo, 7 de agosto de 2011

Curupira , Caipora ou Pai-da-mata.



curupira, caipora ou pai-do-mato

Personagem fantástico do folclore brasileiro. É representado por um anão de cabelos vermelhos e dentes verdes. Outras versões contam que seu pelo é verde.
                       É o protetor da flora e fauna, rei de todos os animais e costuma punir o lenhador que agrida a natureza sem necessidade ou o caçador que mata por prazer. Tem os pés voltados para trás que dizem ser um recurso natural que usa para despistar os
caçadores, colocando-os sempre a seguir rastros falsos. É muito poderoso e forte.

Costuma enganar os caçadores e viajantes fazendo-os perder completamente o rumo certo, assobiando em seus ouvidos ou dando sinais falsos.

Em algumas regiões dizem que ele anda pela floresta montado em um porco espinho. É também chamado de Pai-do-Mato e Caipora.

Alguns dizem que encontrar o Caipora traz grande azar. Era conhecido pelos índios e jesuítas como Caiçara e protetor da caça
e dos caminhos. No ano de 1550, o Padre Anchieta dizia que o Caiçara maltratava com chicotadas os índios que se perdiam na mata.

Em alguns casos chegava mesmo a matá-los. Os índios, para lhe agradar, deixavam para ele, nas clareiras, penas de pássaros, esteiras, cobertores e redes. Muitos acreditam que o Curupira é um espírito do mau.

É um mito comum em toda América Latina. Algumas tribos guaranis acreditam que ele é um monstro que come carne humana.

De acordo com a crença, quem vai entrar na mata, tem que se prevenir levando fumo de rolo para agradá-lo.

*  dentre os índios já era conhecido desde a época do descobrimento.
e origem desconhecida.

sábado, 6 de agosto de 2011

Saci : informações para repertoriar a contação.


             SE VOCÊ AVISTAR UM RODAMOINHO

SURGINDO DE REPENTE, CUIDADO! ALI DENTRO

PODE ESTAR O SACI-PERERÊ.

            ESTA É UMA DAS MAIS TRADICIONAIS

LENDAS DO FOLCLORE BRASILEIRO. CONTA QUE

O SACI É UM NEGRINHO ESPERTO,  QUE VIVE FUMANDO

 UM CACHIMBO DE BARRO E PULANDO NUMA PERNA SÓ.

            O SACI USA UM CAPUZ VERMELHO NA CABEÇA,

ONDE SE CONCENTRA TODO O SEU

PODER. ELE ANDA POR TODO LADO FAZENDO

MIL TRAVESSURAS: DÁ NÓ NA CRINA

E NO RABO DOS CAVALOS, AZEDA O LEITE,

ESTRAGA OS OVOS DAS GALINHAS CHOCAS,

ESCONDE AS COISAS DOS OUTROS...

DEIXA TODO MUNDO DOIDO!

          PARA DOMINAR UM SACI, SÓ HÁ UMA SOLUÇÃO:

PEGUE O CAPUS DO DANADO E VOCÊ

CONSEGUIRÁ PRENDÊ-LO NUMA GARRAFA.
     
    Quer pegar saci? Faça uma busca na ferramenta de pesquisa do blog ( parte superior)
          
Bene, O Contador de Histórias.

Por Rosalina Rocha Araújo Moraes

Quem é o Saci?

Você sabia que existe um dia, no Brasil, dedicado à comemoração do Saci? E o Saci você sabe quem é? Onde ele surgiu? Já ouviu alguma vez a história desse personagem fantástico?


Saci Pererê

O Saci é um personagem brasileiro mitológico1 que habita o imaginário popular brasileiro principalmente no interior do país onde ainda se mantém o hábito dos mais velhos, de contarem histórias aos mais jovens nas tranqüilas e claras noites de lua.

Representado atualmente pela figura de um menino negro de uma só perna que possui um gorro vermelho na cabeça e traz sempre um cachimbo na boca. De Norte a Sul do Brasil, além do nome, são várias também as definições e representações atuais que se tem dele. No nordeste, de uma forma geral ele segue a representação antes descrita que é a mais conhecida atualmente e a mais popular.

No Sul e Sudeste há algumas variações. No Rio Grande do Sul, por exemplo, ele é retratado como um menino negro perneta de gorro vermelho que se diverte atormentando a vida dos caminhoneiros e aventureiros que gostam de viajar. Deixando-os areados ele os faz perder o destino. Ranços culturais europeus podem ter influenciado o Saci em Minas Gerais onde ganhou acessórios como: “um bastão, laço ou cinto, que usa como a “vara de condão” das fadas européias” (site: http://www.terrabrasileira.net/folclore/regioes/3contos/saci.html). Já em São Paulo, apesar de manter essas mesmas características básicas ele possui um boné em lugar do gorro.

De onde vem o (s) Saci (s)?

Segundo a crença popular os Sacis vivem setenta e sete anos e se originam do bambu. Após sete anos de “gestação” dentro do gomo do bambu ele sai para uma longa vida de travessuras e quando morre se metamorfoseia em cogumelos venenosos ou em “orelhas de pau”. Quem é do interior ou já foi ao campo a passeio deve ter visto alguma vez, uma espécie de cogumelo que se forma nos troncos das árvores e que se parece com uma orelha. É isso que os matutos chamam de “orelha de pau”.

As principais características

Apesar das inúmeras definições dessa famosa entidade folclórica algumas características são mais presentes e recorrentes nas descrições do Saci. Sabe-se que em geral:

- é um ser que vive nas matas;
- é extremamente misterioso;
- é negro, pequeno e possui apenas uma perna;
- usa um capuz vermelho e um cachimbo;
- não possui pêlos no corpo;
- não possui órgãos para urinar ou defecar;
- só tem três dedos em cada mão;
- possui as mãos perfuradas;
- adora assoviar e ficar invisível;
- vive com os joelhos machucados, resultado das travessuras;
- tem o domínio dos insetos que atormentam o homem: mosquitos, pernilongos, pulgas, etc.;
- fuma em um pito e solta fumaça pelos olhos;
- adora fazer travessuras;
- pode, em momentos de bom humor ajudar a encontrar coisas perdidas;
- gira em torno de si feito um pião e provoca redemoinhos;
- pode ser malvado e perigoso;
- adora encantar as criancinhas faze-las perder-se na mata;

Saci: malvado ou apenas peralta?

Entre todas essas características uma é unânime: sua personalidade travessa. Algumas pessoas acreditam que ele é mau outros dizem que ele é apenas um garoto traquino que adora fazer pequenas travessuras, mas sem o intuito de fazer o mal, apenas de se divertir. Seja como for diz a lenda que ele é muito peralta. Adora assustar os animais, prendê-los, criar situações embaraçosas para as pessoas, esconder objetos, derrubar e quebrar as coisas, entre outras danações.

Diz a lenda que ele não é apenas um brincalhão ou um espírito mau. Tratar-se-ia de um exímio conhecedor das propriedades medicinais das ervas e raízes da floresta. Se alguém precisa entrar na mata e pegar algo, portanto, tem que pedir autorização do Saci, pois entrando sem permissão cairá inevitavelmente em suas armadilhas.

Como escapar do Saci?

Algumas pessoas afirmam que o único meio de driblar o negrinho é espalhando cordas ou barbantes amarrados pelo caminho. Assim ele se ocuparia em desatar os nós, dando tempo da pessoa fugir de sua perseguição. O Saci também tem medo de córregos e riachos, por isso, atravessar um pode ser uma alternativa, pois o Saci não consegue fazer a travessia.

Mas o único meio de controlar um Saci, segundo o mito, é tirando-lhe o gorro e prendendo-o em uma garrafa. Para isso é necessário jogar uma peneira ou um rosário bento em um redemoinho. Só dessa forma se pega um Saci. Uma vez preso e sem o gorro que lhe dá poderes ele fará tudo que for mandado.
As origens

Diante de todas essas informações fica a pergunta: onde teria nascido a lenda do Saci? Os estudos sobre o folclore brasileiro apontam a origem indígena quando falam da lenda do Saci. Esse mito teria surgido na região Sul do Brasil durante o período colonial, por vota do final do século XVIII, por ocasião das Missões.

A alcunha pela qual o Saci é mais popularmente conhecido é Saci-Pererê, mas seu nome originalmente era Yaci-Yaterê de origem Tupi Guarani. De acordo com a região do Brasil ele pode, porém, ser conhecido por uma variedade de apelidos.

O dicionário Aurélio traz as seguintes variações de nomes do Saci: “Saci-cererê, Saci-pererê, Matimpererê, Martim-pererê” (AURÉLIO, 2005). Além dessas denominações Martos e Aguiar (2001, p. 75) apontam ainda: “saci-saçura, saci-sarerê, saci-siriri, saci-tapererê ou saci-trique”. Por ser considerado por alguns um perito na arte da transformação em aves, o negrinho travesso recebe ainda nomes de passarinhos nos quais se transforma, como por exemplo: matitaperê, matintapereira, sem-fim, entre outros (ibidem, p. 75). Na região às margens do Rio São Francisco ele é conhecido pela alcunha de Romão ou Romãozinho.

A metamorfose do Saci

Quando surgiu, o saci foi representado por um curumim2 endiabrado, de uma perna só e de rabo. Suas traquinagens tinham como objetivo atrapalhar a entrada dos intrusos na mata, ou seja, no território indígena. Era provavelmente uma forma encontrada pelos nativos de resguardar seu território da invasão dos indesejados homens brancos.

A figura original do Saci – garoto índio – sofreu alterações por ocasião da inserção, na cultura brasileira, de elementos africanos e europeus, trazidos para cá pelos negros escravos importados da África e pelos colonizadores.

Ao chegarem a terras brasileiras trazendo seus próprios mitos e difundindo-os entre os que aqui habitavam, africanos e europeus provocaram uma mescla de características das três culturas, assim, a lenda do saci ganhou elementos novos.

O Saci se transformou em um garoto negro de características físicas africanas. Alguns acreditam que a ausência da perna se deveu a uma perda sofrida em uma disputa de capoeira, luta praticada pelos negros africanos. Também ganhou um cachimbo, típico dos costumes africanos. Da cultura européia ganhou um elegante barrete vermelho que reza a lenda, é a fonte de seus poderes mágicos.
Conclusão

Apesar de todo o encanto dessa lenda e desse personagem. Mesmo com a resistência em alguns lugares da cultura de contar histórias, o que se percebe hoje é a desvalorização da cultura oral e o enfraquecimento desses costumes a cada dia.

Alguns fatores, porém têm contribuído para que o Saci não se apague da memória de nosso povo e facilitado o acesso de mais pessoas a essa lenda que integra o patrimônio literário e cultural brasileiro.

Graças à criatividade de escritores brasileiros como: Maurício de Souza, Monteiro Lobato e Ziraldo, esse personagem viajou do campo para as grandes metrópoles e até mesmo para o exterior através de suas obras.

Monteiro Lobato, escritor conhecido do público infantil, foi o primeiro a lembrar o Saci. Nas décadas de 1970 e 1980 o personagem apareceu nas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo e o personagem ficou conhecido em todo o País. Este é, talvez, o escritor que mais difundiu esse personagem, primeiro através da obra escrita e depois através da obra televisionada, que hoje tem alcance internacional, levando nosso personagem ao conhecimento do mundo.

Maurício de Souza, criador da turma da Mônica, também incluiu o Saci nas suas histórias em quadrinho, principalmente nas do personagem Chico Bento, que é um matuto da roça. Outro que imortalizou o Saci em sua obra foi Ziraldo com a criação da turma do Pererê, que também alcançou as telas da televisão.

Além do impulso dado pela literatura, outro fato importante foi a criação, em 2005, pelo governo brasileiro, do dia nacional do Saci, que deve ser comemorado dia 31 de outubro. Essa idéia surgiu com o intuito de minimizar a importância que se dá à comemoração do dia das bruxas3, reduzindo assim, a influência de culturas importadas e favorecendo a valorização da cultura e do folclore nacionais.

1 O termo mitológico é utilizado aqui para designar um personagem que faz parte dos mitos da cultura brasileira. Segundo o Novo Dicionário Eletrônico Aurélio versão 5.0 mito é uma “narrativa na qual
aparecem seres e acontecimentos imaginários, que simbolizam forças da natureza, aspectos da vida
humana, etc. Representação de fatos ou personagens reais, exagerada pela imaginação popular, pela
tradição, etc”.

2 Criança indígena.

Bibliografia

AURÉLIO, Buarque de Holanda Ferreira. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio versão 5.0. Coordenação e edição: Margarida dos Anjos e Marina Baird Ferreira. Brasil: Editora positivo, 2004.

Enciclopédia: Nova pesquisa e saber. Português e folclore. São Paulo: Nova editora ltda.

LOBATO, Monteiro. O Saci. São Paulo: Editora Brasiliense S.A. sem/data.

MARTOS, Cloder Rivas, 1942. Viver e aprender português, 2ª série. Cloder Rivas Martos, Joana D’Arque Gonçalves de Aguiar. 7. ed. Reform. São Paulo: Saraiva, 2001.

MEGALE, Nilza B. Folclore Brasileiro. Petrópolis: Editora Vozes, 1999.

http://www.terrabrasileira.net/folclore/regioes/3contos/saci.html).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Saci

Folclore Brasileiro Ilustrado: Lenda do Saci Pererê – © Copyright 2000-2007 – http://www.sitededicas.com.br

http://www.suapesquisa.com/musicacultura/saci-perere.htm
http://www.brasilescola.com/folclore/saci-perere.htm
http://www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/mulasemcabeca.htm


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Lobisomem - assista agora com melhor qualidade de vídeo e áudio.

Olá, pessoal!
Estou retornando com as postagens de vídeos.
Assistam à história do Lobisomem numa nova edição, com melhor qualidade.
Espero que gostem e divulguem.
Um forte abraço.
Bene, O Contador de Histórias.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Blog Armadilhas do tempo

Professora e poetiza, Márcia Toito possui um blog onde compartilha suas leituras e produções.  Visitem o blog http://armadilhasdotempoblogspotcom.blogspot.com/2011/07/especialmente-para-o-blog-bene-o.html, e se deliciem com o prazer e encantamento das palavras escritas.

Leiam depoimento de Márcia Toito.
"Cada dia mais, aprendo e acredito que a motivação profissional que buscamos e precisamos, vem dos nossos pares.

Nada mais motivador do que trabalhar com pessoas que além de carismáticas são excepcionalmente competentes e dedicadas à profissão e à familia.

Eu só tenho a aprender e a agradecer pelo tanto de energia positiva que consigo absorver diariamente vendo o trabalho realizado pelo professor Benedito lá na escola onde trabalhamos.

Que bom que fez o blog! Assim posso compartilhar, aqui no meu modesto espaço, uma pequena parte do talento desse professor que me faz ter muito mais prazer e honra na profissão de PROFESSOR.



PARABÉNS, PROFESSOR BENEDITO, SEU TRABALHO NÃO É UM FAZ DE CONTA. É SIM ENCANTADOR, ASSIM COMO AS HISTÓRIAS QUE CONTA!"

POR MÁRCIA TOITO.

http://armadilhasdotempoblogspotcom.blogspot.com/2011/07/especialmente-para-o-blog-bene-o.html

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Carol, a Pequena Contadora de Histórias é reconhecida pela autora de livros Ingrid Biesemeyer Bellinghausen

Ingrid Biesemeyer Bellinghausen, artista plástica e autora de diversos livros de literatura infantil, assistiu ao vídeo postado neste blog, onde Caroline Sá de Oliveira  realiza uma contação de história a partir do livro " Cachinhos Dourados e os três ursos " de sua autoria.
Como reconhecimento, Carol recebeu, por e-mail, elogios da autora e nesta sexta dia 23/07 recebeu pelo correio um livro com dedicatória.
Essa autora é recomendada por este blog pois além de abordar em seus livros contos clássicos da literatura infantil, revela uma forte preocupação com ética, cidadania e meio ambiente.
Visitem o site e conheçam este trabalho!
http://www.ingridautora.com.br/site/introducao